Sou motorista
Há mais de um ano, tirei minha carta de motorista e fiquei esse mesmo tempo sem dirigir – por recomendações de papai (zeloso e responsável) e não foi por ser negligente e sim, por precaução, já que não pode haver uma “sujeirinha” para obter a carteira definitiva.
Pois bem, pelas minhas andanças, tenho notado como as pessoas são folgadas e agressivas no trânsito. Quando ficava sentada no banco do passageiro, não me preocupava com o mundo exterior.
Só que uma coisa caminha comigo desde sempre: os nervos. Sempre pensei que seria uma pessoa tranquila no volante, mas não! Na primeira fechada que tomei, já mandei o cara viajar meio mundo e percebi como isso é feio e prazeroso ao mesmo tempo, isso quando se está certo (rs).
Derramaram óleo na pista
Essa temporada, a F-1 está mais para dramalhão mexicano do que para automobilismo e o ano nem acabou. Depois da crise política entre FIA e Fota (Associação dos Times da F-1) que se alastrou por meses na categoria, chegou a hora de mais um capítulo.
Após a saída de Nelsinho Piquet, da Renault, o brasileiro gritou para todos ouvirem que seu empresário e ex-chefe de equipe, Flavio Briatore, não vale nada. OK.
Pois bem, nesta quarta-feira, Nelsinho revelou que a batida que teve no GP de Cingapura 08 foi proposital. Como assim? Isso mesmo, o garoto vendeu a alma para o diabo (Briatore) em troca de um contrato e ainda quer o perdão (FIA).
Nessa história toda, eu não consigo ver um inocente ou algum culpado, já que todos foram irresponsáveis em suas atitudes e isso, porque estamos falando de homens barbados. Talvez, não represente muito, já que atitudes assim é mais demonstração de caráter do indivíduo.
Não tenho uma conclusão do caso nesse momento – todos são inocentes até que se prove o contrário. Esse tipo de história só me faz lembrar um velho ditado, que nem sei se cabe a esse episódio: Quando a esmola é demais o santo desconfia.
Quem souber o culpado e o inocente ganha um PARABÉNS!